300.000 Km/s, foi aproximadamente a velocidade do raio que fez partir o tédio e nascer a sombra. Inicialmente era pequena, estava deitada. Ao olhar ao redor, viu que havia várias como ela, de todos os tamanhos possíveis. Mesmo jovem sonhava em ser grande como suas irmãs, e quanto mais raios vinham, mais se alongava. Ao meio-dia estava com formas arredondas, equilibrada na linha do criador que emanava raios ininterruptamente, assegurando sua forma corpórea. Durante a tarde se divertiu tanto correndo pelos campos, se distorcendo no capim, mas eis que o inusitado acontece. Uma massa acinzentada se aproxima sorrateira, bloqueando sua fonte de definição. Naqueles minutos que mais pareceram uma eternidade, o tempo parou. Ou mesmo não mais existia, se sentiu num vácuo. Pela primeira vez sentiu a experiência da morte. Quando abriu os olhos, viu que a massa se afastava e refletiu sobre o fato. Pensou consigo que não era eterna, e que a ameaça de uma massa maior poderia extinguí-la para sempre. Passou a tarde angustiada com a descoberta, se viu deitada e percebia a cada minuto que menos raios sentia. No último raio, uma nova descoberta. Não se sabe como ou porquê, mas ela orou, pediu a alguém que supostamente a pudesse ouvir. Não havendo resposta, a luz se foi. Novamente no silêncio e não havendo outra saída, ficou a ouvir. Viu que eram suas irmãs que estavam ao seu lado, todas grudadas como se fossem uma. Sentiu-se confortada e percebeu que fazia parte de algo muito maior, e sorriu. Com o passar dos anos, conheceu muito. Percebeu que havia mais energias que a podiam alimentar, conheceu a energia vermelha que dançava sobre a brasa, conheceu mais esferas luminosas e pontos brilhantes, estáticos ou velozes, viu que mesmo com as massas cinzentas carregadas, ora ou outra, uma energia brotava do chão rasgando o céu. Embora o mais importante foi a descoberta da imaginação, com o qual viajou pelo universo com suas irmãs. Viu que sempre existiria de alguma forma, finalmente a sombra quebrou o relevo. Foto: espiritualidadeparatodos.blogspot.com
O Blog Brigue Beagle nada mais é do que um meio de transporte, assim como o HMS Beagle, o brigue errante de Charles Darwin o ajudou a fazer descobertas que mudaram o pensamento humano espero que de uma maneira bem menos despretensiosa que o Blog Brigue Beagle faça alguma mudança no mundo levando o que há de mais importante, informação.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
A sombra que quebrou o relevo
300.000 Km/s, foi aproximadamente a velocidade do raio que fez partir o tédio e nascer a sombra. Inicialmente era pequena, estava deitada. Ao olhar ao redor, viu que havia várias como ela, de todos os tamanhos possíveis. Mesmo jovem sonhava em ser grande como suas irmãs, e quanto mais raios vinham, mais se alongava. Ao meio-dia estava com formas arredondas, equilibrada na linha do criador que emanava raios ininterruptamente, assegurando sua forma corpórea. Durante a tarde se divertiu tanto correndo pelos campos, se distorcendo no capim, mas eis que o inusitado acontece. Uma massa acinzentada se aproxima sorrateira, bloqueando sua fonte de definição. Naqueles minutos que mais pareceram uma eternidade, o tempo parou. Ou mesmo não mais existia, se sentiu num vácuo. Pela primeira vez sentiu a experiência da morte. Quando abriu os olhos, viu que a massa se afastava e refletiu sobre o fato. Pensou consigo que não era eterna, e que a ameaça de uma massa maior poderia extinguí-la para sempre. Passou a tarde angustiada com a descoberta, se viu deitada e percebia a cada minuto que menos raios sentia. No último raio, uma nova descoberta. Não se sabe como ou porquê, mas ela orou, pediu a alguém que supostamente a pudesse ouvir. Não havendo resposta, a luz se foi. Novamente no silêncio e não havendo outra saída, ficou a ouvir. Viu que eram suas irmãs que estavam ao seu lado, todas grudadas como se fossem uma. Sentiu-se confortada e percebeu que fazia parte de algo muito maior, e sorriu. Com o passar dos anos, conheceu muito. Percebeu que havia mais energias que a podiam alimentar, conheceu a energia vermelha que dançava sobre a brasa, conheceu mais esferas luminosas e pontos brilhantes, estáticos ou velozes, viu que mesmo com as massas cinzentas carregadas, ora ou outra, uma energia brotava do chão rasgando o céu. Embora o mais importante foi a descoberta da imaginação, com o qual viajou pelo universo com suas irmãs. Viu que sempre existiria de alguma forma, finalmente a sombra quebrou o relevo. Foto: espiritualidadeparatodos.blogspot.com
Diálogo idealizador
Papos de poetas do museu... Foto: blogdonazario.zip.net
segunda-feira, 28 de março de 2011
Só preciso de um cartão
Chego cedo na universidade, já que era o primeiro dia, olho a aula de quinta e vou para uma fila onde estavam distribuindo cartões provisórios para entrar. Filas divididas por letras, nomes de A à F, G à T, etc, etc... Quando chega minha vez, a atendente diz: "Seu nome não está na lista, vá para o balcão de entrada!". Ok, fui e me disseram para subir e se dirigir à secretaria: "Pergunte porque seu nome não está na lista?". Junto a meu amigo Wagner, subi (já me sentia deslocado naquele espaço e ainda me acontece isto). Lá pego minha ficha e aguardo a vez. domingo, 13 de março de 2011
Pin-hole externo
Geralmente um pin-hole externo dura de 10 seg a 3 min de exposição. E se pensa em tempo sempre à mais do que num ambiente interno, se tiver que reduzir, reduza sempre um pouco a mais e vice-versa.
Se a luz mudar durante a exposição, também calcule pensando nesta mudança e tu terá ótimas fotos.
sábado, 12 de março de 2011
Pin-hole interno
Da Vinci se trancava numa sala escura com um único orifício e do lado de fora os objetos que lá se encontrassem eram projetados para dentro sobre o papel na parede, onde ele conseguia pintar buscando o máximo de realismo possível, o que a humanidade buscava nesta época era a perfeição retratada num suporte e muitos outros como Leonardo da Vinci tentaram de alguma forma esta perfeição, surge então a "câmara obscura".
Na Coleção Da Vinci Codex Atlanticus que está Biblioteca Ambrosiana de Milão, Itália, Da Vinci descreve o processo da "Câmara Obscura":
“Quando as imagens dos objectos iluminados penetram num compartimento escuro, através de um pequeno orifício e se recebem sobre um papel branco situado a uma certa distância desse orifício, vêem-se, no papel, os objectos invertidos com as suas formas e cores próprias.”
No Pin-Hole ou Pinhole, a técnica é a mesma, a diferença é que temos um papel fotográfico sensível a luz e que consegue gravar esta imagem em papel.
O pin-hole, "buraco de agulha" é um experimental de fotografia fantástico, que tem o intuito de mostrar a base de como funciona a fotografia.
Montando o brinquedo
Material: Lata metálica com tampa de mesmo material(lata de leite Ninho), pode ser feita com outros suportes também; fita isolante, lacre da parte de dentro da lata, tinta preta e papel fotossensível para revelação em câmara escura.
Mãos à obra: Pinte o interior da lata de preto e parte da tampa voltada para dentro também.
Como "pinholar"
Primeiro lembrando que a fotografia no experimento que estou explicando resultará numa imagem em preto e branco, negativa (inversa), é possível também obter a imagem com uma base positiva (tu precisará de um papel específico).
Em uma câmara escura(somente em uma câmara escura, pois senão teu papel vai queimar todo com a luz), corte o papel fotossensível num tamanho que caiba na lata, tampe bem a mesma e daí tu podes sair e se divertir.
Num primeiro momento tente em um ambiente interno, pois a luz oscila menos que a luz natural e as chances de obter resultados mais rápidos é consequentemente maior.
Escolha o que quer fotografar e posicione a câmera, retire o a fita isolante e aguarde inicialmente 10 min. como teste, acabando este período, vá até a câmara escura e revele sua foto. (explico como funciona a revelação numa próxima postagem)
Ver a imagem brotando no papel é uma coisa maravilhosa e única, um bom pin-hole acontece quando conseguimos obter todas a variações do branco ao preto. Se a foto sair muito branca, aumente o tempo de exposição, se o contrário, diminua. Bom Pin-Hole!
Fontes: http://www.gettyimages.pt/Creative/Frontdoor/DaVinciCodexAtlanticus-RM
www.estt.ipt.pt/.../2620__HF_
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Sociedades Discretas - Illuminati
Em Junho de 2010, esteve em Atibaia o jornalista Sérgio Pereira Couto, numa palestra intitulada "A história das guerras e a relação destas com as sociedades secretas". 
Segundo a lenda, numa noite tempestuosa, Adam cavalga a toda velocidade pelos campos germânicos, carregando consigo documentos importantes. Atingidos por um raio, Adam e seu cavalo desaparecem do mapa, só restando uma pasta contendo dados sobre a Ordem Mundial. Alguns peregrinos ao passarem, encontram tais documentos e começam a segui-lo.


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Diversidade e harmonia no Revelando São Paulo
No III Festival da Amizade estavam presentes: o Grupo Bhaja Mantra Bend de Suzano, o Bon Odori de Atibaia e o Rancho Folclórico Típico Madeirense de Santos.
Filosofia de Vida
O Projeto Suzano Mandir foi fundado por Srila Prabhupada e é um meio de vida consciente da existência de Deus. “Diante de Krsna, por que nós praticamos a consciência de Krsna, é uma filosofia que vem da Índia, criada há mais de 5 mil anos atrás. Existe esta cultura, que é uma cultura védica e há algumas décadas atrás veio para o ocidente, esta filosofia de vida da qual fazemos parte”, conta Krishna Mandir.
O cantar dos Santos nomes de Deus ou mantras é o principal processo para descobrir aquilo que gosta e fugir desta vida artificial. “É o que fizemos aqui hoje”, deixa claro Krishna Mandir.
Jongo, Patrimônio Cultural
O Jongo de Piquete também é um Ponto de Cultura, se inscreveram com um projeto em 2009 e em 2010 foi o primeiro ano de execução do projeto. “O projeto na verdade serviu para fortalecer o trabalho que nós já fazíamos e esta é a finalidade do Ponto de Cultura, fortalecer as ações afirmativas que já existem”, esclarece Gilberto Augusto.
Desde 2005, o Jongo é registrado como patrimônio cultural do Brasil. “Nos vimos neste processo em que o registro é a coisa mais importante que alguém pode ter, quando você nasce precisa ir no cartório registrar”, exemplifica Gilberto Augusto, que faz uso de várias tecnologias para preservar sua tradição.
As crianças e jovens do Jongo de Piquete, colocam vídeos e fotos de suas apresentações nas redes sociais. “Nos dias de hoje é muito difícil fazer com que o jovem se interesse pelo que é tradicional, estamos usando a tecnologia para preservar o Jongo”, explica Gilberto Augusto.
Gilberto Augusto é co-autor do livro “Jongo de Piquete Um Novo Olhar” e as fotografias do livro foram recolhidas do próprio povo. “Queremos dar um novo olhar, por que antigamente achavam que era coisa de macumba, no pejorativo. Era assim que se tratava quando dançava jongo. A convite do Ministério nós fomos para a posse de Dilma, já fomos ao Ministério da Cultura da Venezuela, temos viajado para bastante lugares, a partir deste novo olhar”, conta Gilberto Augusto.
Outras Atrações
